Aplicar um instrumento validado é o começo. O que determina a qualidade do resultado é quem conduz a coleta e o que acontece com os dados depois.
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Volume de trabalho, pressão de tempo e ritmo exigido. São os fatores que mais aparecem quando a equipe opera em turnos ou com meta apertada.
Quanta influência a pessoa tem sobre as próprias tarefas e se está claro o que se espera dela. Falta de clareza gera desgaste mesmo sem sobrecarga.
Apoio de colegas e da liderança, reconhecimento pelo trabalho e equilíbrio entre a jornada e a vida pessoal.
Turnover e absenteísmo ligados a risco psicossocial têm custo mensurável. Estime o valor na folha da sua empresa.
Conte o porte e a estrutura da sua operação e nosso time mostra como seria a aplicação na prática, com a leitura por grupo de exposição.
O COPSOQ II-BR é a versão brasileira do Copenhagen Psychosocial Questionnaire, instrumento científico validado e adaptado ao contexto de trabalho no Brasil. Ele foi testado para medir o que se propõe a medir, desde que aplicado nas condições corretas.
O colaborador precisa avaliar a própria liderança, a própria carga de trabalho e o próprio ambiente. Quando o questionário chega pelo RH, ele pesa se pode responder com sinceridade. Quando a aplicação é conduzida externamente, com tratamento anônimo e resultado agregado por grupo, essa hesitação diminui. Isso não é detalhe operacional: taxa de resposta baixa produz um retrato parcial, e retrato parcial gera plano de ação que erra o alvo.
Cada ciclo de aplicação entrega documentos prontos para uso, não apenas um relatório de percentuais.
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Nível de risco separado por grupo, unidade e área, com leitura visível para o RH e para a diretoria.

Os riscos identificados organizados no formato que compõe o Programa de Gerenciamento de Riscos.

Base de dados estruturada para integrar com os sistemas de saúde e segurança que a empresa já usa.

Medidas preventivas indicadas para cada grupo e por risco, em vez de uma ação única aplicada à empresa inteira.
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Registro de cada ação executada e reaplicação periódica, que é o que mostra se o plano funcionou.
Precisa entender primeiro o que a NR-01 exige da sua empresa? Veja o que precisa ser entregue.
A análise transforma respostas em nível de risco por Grupo Homogêneo de Exposição, unidade e área. É isso que permite saber onde está concentrado o risco.
Duas áreas podem ter a mesma pontuação e significar coisas diferentes, porque o contexto de trabalho é diferente. Ler isso exige método.
Quando o resultado volta como número único da empresa, áreas críticas e áreas saudáveis se anulam. Sem a separação por grupo, a empresa fica com percentuais e nenhuma decisão possível.
Uma agroindústria com +10 mil colaboradores distribuídos em 200 unidades, reunindo operação de campo, industrial e administrativa.
O desafio, além de aplicar o questionário, era conseguir que pessoas em turnos, funções e unidades muito diferentes respondessem com sinceridade sobre o próprio ambiente.
A aplicação foi conduzida pela Moodar, de forma corporativa e simultânea, com anonimato garantido e leitura separada por Grupo Homogêneo de Exposição. O engajamento alcançou 81,27%.
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A Moodar. Sua equipe cuida da comunicação interna, e é isso que determina a adesão.
Sim. Os resultados são apresentados de forma agregada por grupo, nunca individualmente. Nenhum gestor acessa a resposta de uma pessoa específica.
A partir de 30 dias, considerando configuração, período de coleta e geração dos documentos.
Pelo celular ou pelo computador, com link individual. Não exige instalação de aplicativo. Operações com turnos e trabalho de campo são atendidas com formatos de acesso adaptados a cada unidade.
Sim. Essa separação é o que permite agir no lugar certo, em vez de tratar a empresa como um bloco único.
A decisão é de cada organização. Dois pontos mudam quando a condução é externa: a taxa de resposta, que tende a ser maior quando o colaborador confia no tratamento anônimo, e a etapa de análise dos dados coletados.